O ENSINO DE FILOSOFIA NO REGIME MILITAR PÓS-1964
DOI:
https://doi.org/10.46550/cadernosmilovic.v4i2.194Palavras-chave:
ensino da filosofia, golpe militar 1964, política educacionalResumo
O presente artigo analisa a trajetória da Filosofia como disciplina no ensino médio brasileiro durante a ditadura civil-militar instaurada em 1964, com ênfase na política educacional do período. Inicialmente, apresenta-se uma contextualização histórica do golpe e de suas implicações político-institucionais. Em seguida, examinam-se as diretrizes da política educacional do regime, especialmente as reformas promovidas pela Lei nº 5.692/1971. O estudo discute a exclusão da Filosofia do núcleo comum curricular e analisa as principais interpretações presentes na literatura, que atribuem essa medida a fatores técnico-burocráticos ou ao potencial crítico da disciplina. Também se problematiza a natureza do ensino filosófico efetivamente praticado à época. Por fim, abordam-se as iniciativas voltadas à reinserção da Filosofia no ensino secundário. Trata-se de pesquisa qualitativa, de caráter histórico-analítico, baseada em análise documental e revisão bibliográfica.
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